(...)e chega um momento em que mesmo sendo a pessoa errada , queremos! Queremos seus problemas queremos suas dores queremos todos os seus defeitos, queremos a sua vida para compartilhar com a nossa tudo o que for necessário, e queremos mais queremos doar tudo toda as nossas forças o nosso amor a nossa vida, queremos tanto desejamos tanto que daremos tudo o que é preciso por essa pessoa, queremos arriscar tudo o de mais precioso que temos, para ter uma satisfação um ar de bem estar que talvez até com todos os problemas só essa pessoa sabe dar.
- Dai Lima
- "Não importa quem somos tudo acaba até um certo ponto que não existirá mais nada.Se você não lembra do que viveu, você nada viveu.Somos experiência de sentidos,interagimos com iguais e desiguais.Somos os fragmentos soltos desse todo.Somos de curta duração e seremos substituidos... tímidos,ousados, valentões e covardes , todos iluididos a umaoriginalidade.Nem ao menos somos o que representamos, mergulhamos na nossa própria arrogância de ser!Evoluimos em existência , em indivíduos estamos presos em uma tola vaidade e egoísmo.Os bons são encompreendidos pelos tolos." Texto de Jimii com adaptações de Dai Lima.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Eu quero enfeitar(...)
Daianna Lima, Dai, 18 anos administradora, aquariana e adora pessoas de virgem, libra e leão, mas curte outros signos também; linda e modesta tem peito, bunda e pensa, MPB é seu estilo Caetano te leva ao delírio, Cazuza a loucura, Vanessa da Mata é seu hobby, é obcecada por livros auto-ajuda, ama Aluisio de Azevedo e Eça de Queiroz eles são detalhistas na sua obra assim como ela, chora com Tom Jobim e Vinicius; ama cachorros animais e homens ela ama o forte o doce e suas pegadas; é virgem e não é inocente é doce, mas não é boba, é sensível e chora por amor e também por raiva ela não odeia ninguém, ela tem uma crença incondicional: Deus. Ela às vezes é sábia às vezes burra, às vezes ela se faz, erra por querer, acerta sem querer, tem sorte e tem amigos muitos e adora aparecer, fala demais, bebe demais, sonha demais, bêbada? Rir e chora ao mesmo tempo, tem vício por chocolate, se acha gorda e exibe seu corpo ao mesmo tempo, por quê? Por que ela ama viver de calcinha e sutiã em casa, por que ela gosta de poucas e boas roupas ela gosta de unhas vermelhas ,ama vermelho , gosta do cheiro masculino adora perfumes masculinos, não sai sem rímel, tem horas que estuda tem dias que não, dançar é tudo!Ela se ilude, ela não tem namorado, mas não vive só, tem uma listinha secreta, tem segredos que ela nem repete pra ela mesma, adora menininhos mais novos e mais velhos, gosta de viagens adora vê o mar, já acreditou em papai Noel em simpatia e naquele garoto que ela acreditou nele também. Chora com filmes românticos e odeia de terror, têm desejos um milhão de desejos, quer estudar sobre os desejos do ser humano um dia; e ainda quer fazer também jornalismo. Seduz , ignora, é ignorada e canta no chuveiro queria tocar violão, piano, queria contar tudo sobre ela, mas acha que não sabe tudo sobre si ainda.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Ética
Vou deixar um textinho aqui de um caso , pense bem e me diga o que você faria , a próximo post eu vós falo que ter ética é quase impossível , quando se fala de algo para nós! Beijos aí vai o caso:
-CONSCIÊNCIA OU VANTAGEM COMPETITIVA?
O avião pousou no aeroporto de Bombay dentro do horário. Olívia Jones passou pela conhecida burocracia da imigração sem incidentes e finalmente foi conduzida à limusine que a aguardava, com seu motorista uniformizado e seus assentos de couro preto. A ansiedade que a dominava nesta primeira estadia na Índia aumentava. Enquanto percorria as escuras ruas da cidade, perguntou ao motorista por que tantos automóveis estavam com os faróis apagados à noite. Ele respondeu que a maioria dos motoristas acreditava que os faróis acesos aumentam o consumo de gasolina! Finalmente, chegou ao hotel, um monólito de mármore negro, grandioso e decadente em seu esplendor, sobressaindo sobre a baía.
O objetivo de sua estadia de quatro dias era selecionar amostras de tecido de algodão das tecelagens locais para serem utilizadas na confecção da coleção jovem de camisas, calças e roupa íntima. Ela foi tratada com toda a deferência pelos seus anfitriões, que eram, invariavelmente, donos de tecelagens indianos ou agentes britânicos de tecelagens indianas. Durante três dias foi conduzida de um escritório refrigerado para outro onde, entre goles de chá ou limonada gelados, examinava os catálogos de amostras nos quais se encontravam todos os tipos de listas e estampas imagináveis. No quarto dia, Jones fez um pedido que sabia iria causar alguma ansiedade a seus anfitriões.
“Gostaria de visitar uma fábrica”, declarou.
Depois de muitas consultas e várias tentativas de dissuasão, ela foi novamente conduzida em uma limusine a uma área da cidade que não visitara anteriormente. Gradualmente, o hotel e as lojas de tipo ocidental foram sumindo da paisagem e Olívia foi se embrenhando em áreas pobres da cidade. Em volta se espalhavam conjuntos de barracos, construídos com folhas de zinco e painéis de cartão. A poeira voava em espirais por todos os cantos ao longo das ruas sem calçamento e dos esgotos a céu aberto. O carro se arrastava pelas ruas de terra batida atrás de carroças puxadas por homens ou animais, carregadas de palha ou rejeitos urbanos — o tesouro da periferia. Mais de uma vez a limusine teve de parar enquanto um pesado touro branco atravessava a rua.
Finalmente, no coração do gueto, o carro parou. “A senhora tem certeza de que quer ver isto?”, perguntou seu guia. Determinada a ser corajosa, Olívia saltou do carro.
Branca, olhos azuis e loura, vestindo um tailleur, sapatos de salto e carregando uma pasta, Olívia não tinha como não se destacar. Não surpreende que os moradores da área a considerassem uma figura interessante e engraçada enquanto percorria a rua poeirenta e pulava as poças.
Seu anfitrião ia à sua frente, por entre os barracos, com suas portas abertas e seus interiores escuros.
Algumas das construções, segundo informaram, eram restaurantes onde na hora do almoço as pessoas se reuniam sentadas em esteiras e comiam arroz. Na porta de um dos barracos, uma mesa funcionava como balcão onde eram expostas velhas latas de feijão, sardinhas e uma substância de um verde fluorescente que poderia ser ervilha. Os olhos do jovem que estava atrás do balcão sorriam orgulhosos quando ela se inclinou para examinar a mercadoria.
Quando virou na esquina seguinte, viu um velho no meio da rua embrulhado num pano e sentado numa grande tina. Na mão segurava uma lata com a qual despejava água sobre a cabeça e os ombros. Duas menininhas, ao lado, vestiam roupas de náilon branco, enfeitadas com fitas e rendas. Elas faziam pose para ela, sorridentes, felizes em serem fotografadas. Os homens e mulheres à sua volta se movimentavam com muita graça e dignidade, pensou Olívia.
Finalmente, seu anfitrião a conduziu por uma precária escada até um sobrado. Lá em cima Olívia tinha de ficar curvada, pois o pé direito era muito baixo. Em uma sala de menos de 72 metros quadrados, 20 homens estavam sentados à frente de máquinas de costura, curvados sobre peças de pano branco. Entre eles, no chão, homens dormiam em esteiras esperando o início do próximo turno. Olívia soube então que esses homens trabalhavam em turnos de 12 horas, durante seis meses por ano. Nos outros seis meses eles voltavam para a casa de suas famílias, no campo, onde cultivavam lavouras e sobreviviam com o dinheiro ganho na cidade. As camisas que estavam confeccionando se destinavam a atender um pedido feito quatro semanas antes, em Londres, e do qual ela se orgulhara pois tinha conseguido negociar um preço bastante baixo. Ao olhar a cena, ela sentiu que se tratava da experiência mais constrangedora de sua vida. Quando questionou seu anfitrião a respeito dessas condições, foi informada de que eram típicas do ramo e da maioria do terceiro mundo.
Finalmente, ela saiu do calor, da poeira e do ruído da fábrica de camisas, voltando para o mundo protegido, agradável da limusine.
“O que vivenciei hoje e o papel que desempenhei na criação desse inferno ficará comigo para sempre”, pensou. Mais tarde ela se perguntou se o que tinha presenciado seria a conseqüência inevitável de políticas de formação de preços que permitiam que o consumidor britânico comprasse camisas por 12,99 libras esterlinas em vez de 13,99 libras e ao mesmo tempo possibilitava que a empresa mantivesse sua margem de lucro obrigatória de 56%. Seriam suas habilidades de negociação - resultado de muitos anos de treinamento - causa indireta das terríveis condições que presenciou?
Ao voltar para a Inglaterra, Olívia pensou em seu cargo e nas opções que se lhe apresentavam como compradora de uma grande cadeia varejista de capital aberto em ambiente altamente competitivo. Seu dilema era: um funcionário ambicioso pode permitir-se exercer sua consciência social no trabalho? E uma pessoa pode realmente fazer diferença sem colocar em jogo o futuro de sua carreira?
-CONSCIÊNCIA OU VANTAGEM COMPETITIVA?
O avião pousou no aeroporto de Bombay dentro do horário. Olívia Jones passou pela conhecida burocracia da imigração sem incidentes e finalmente foi conduzida à limusine que a aguardava, com seu motorista uniformizado e seus assentos de couro preto. A ansiedade que a dominava nesta primeira estadia na Índia aumentava. Enquanto percorria as escuras ruas da cidade, perguntou ao motorista por que tantos automóveis estavam com os faróis apagados à noite. Ele respondeu que a maioria dos motoristas acreditava que os faróis acesos aumentam o consumo de gasolina! Finalmente, chegou ao hotel, um monólito de mármore negro, grandioso e decadente em seu esplendor, sobressaindo sobre a baía.
O objetivo de sua estadia de quatro dias era selecionar amostras de tecido de algodão das tecelagens locais para serem utilizadas na confecção da coleção jovem de camisas, calças e roupa íntima. Ela foi tratada com toda a deferência pelos seus anfitriões, que eram, invariavelmente, donos de tecelagens indianos ou agentes britânicos de tecelagens indianas. Durante três dias foi conduzida de um escritório refrigerado para outro onde, entre goles de chá ou limonada gelados, examinava os catálogos de amostras nos quais se encontravam todos os tipos de listas e estampas imagináveis. No quarto dia, Jones fez um pedido que sabia iria causar alguma ansiedade a seus anfitriões.
“Gostaria de visitar uma fábrica”, declarou.
Depois de muitas consultas e várias tentativas de dissuasão, ela foi novamente conduzida em uma limusine a uma área da cidade que não visitara anteriormente. Gradualmente, o hotel e as lojas de tipo ocidental foram sumindo da paisagem e Olívia foi se embrenhando em áreas pobres da cidade. Em volta se espalhavam conjuntos de barracos, construídos com folhas de zinco e painéis de cartão. A poeira voava em espirais por todos os cantos ao longo das ruas sem calçamento e dos esgotos a céu aberto. O carro se arrastava pelas ruas de terra batida atrás de carroças puxadas por homens ou animais, carregadas de palha ou rejeitos urbanos — o tesouro da periferia. Mais de uma vez a limusine teve de parar enquanto um pesado touro branco atravessava a rua.
Finalmente, no coração do gueto, o carro parou. “A senhora tem certeza de que quer ver isto?”, perguntou seu guia. Determinada a ser corajosa, Olívia saltou do carro.
Branca, olhos azuis e loura, vestindo um tailleur, sapatos de salto e carregando uma pasta, Olívia não tinha como não se destacar. Não surpreende que os moradores da área a considerassem uma figura interessante e engraçada enquanto percorria a rua poeirenta e pulava as poças.
Seu anfitrião ia à sua frente, por entre os barracos, com suas portas abertas e seus interiores escuros.
Algumas das construções, segundo informaram, eram restaurantes onde na hora do almoço as pessoas se reuniam sentadas em esteiras e comiam arroz. Na porta de um dos barracos, uma mesa funcionava como balcão onde eram expostas velhas latas de feijão, sardinhas e uma substância de um verde fluorescente que poderia ser ervilha. Os olhos do jovem que estava atrás do balcão sorriam orgulhosos quando ela se inclinou para examinar a mercadoria.
Quando virou na esquina seguinte, viu um velho no meio da rua embrulhado num pano e sentado numa grande tina. Na mão segurava uma lata com a qual despejava água sobre a cabeça e os ombros. Duas menininhas, ao lado, vestiam roupas de náilon branco, enfeitadas com fitas e rendas. Elas faziam pose para ela, sorridentes, felizes em serem fotografadas. Os homens e mulheres à sua volta se movimentavam com muita graça e dignidade, pensou Olívia.
Finalmente, seu anfitrião a conduziu por uma precária escada até um sobrado. Lá em cima Olívia tinha de ficar curvada, pois o pé direito era muito baixo. Em uma sala de menos de 72 metros quadrados, 20 homens estavam sentados à frente de máquinas de costura, curvados sobre peças de pano branco. Entre eles, no chão, homens dormiam em esteiras esperando o início do próximo turno. Olívia soube então que esses homens trabalhavam em turnos de 12 horas, durante seis meses por ano. Nos outros seis meses eles voltavam para a casa de suas famílias, no campo, onde cultivavam lavouras e sobreviviam com o dinheiro ganho na cidade. As camisas que estavam confeccionando se destinavam a atender um pedido feito quatro semanas antes, em Londres, e do qual ela se orgulhara pois tinha conseguido negociar um preço bastante baixo. Ao olhar a cena, ela sentiu que se tratava da experiência mais constrangedora de sua vida. Quando questionou seu anfitrião a respeito dessas condições, foi informada de que eram típicas do ramo e da maioria do terceiro mundo.
Finalmente, ela saiu do calor, da poeira e do ruído da fábrica de camisas, voltando para o mundo protegido, agradável da limusine.
“O que vivenciei hoje e o papel que desempenhei na criação desse inferno ficará comigo para sempre”, pensou. Mais tarde ela se perguntou se o que tinha presenciado seria a conseqüência inevitável de políticas de formação de preços que permitiam que o consumidor britânico comprasse camisas por 12,99 libras esterlinas em vez de 13,99 libras e ao mesmo tempo possibilitava que a empresa mantivesse sua margem de lucro obrigatória de 56%. Seriam suas habilidades de negociação - resultado de muitos anos de treinamento - causa indireta das terríveis condições que presenciou?
Ao voltar para a Inglaterra, Olívia pensou em seu cargo e nas opções que se lhe apresentavam como compradora de uma grande cadeia varejista de capital aberto em ambiente altamente competitivo. Seu dilema era: um funcionário ambicioso pode permitir-se exercer sua consciência social no trabalho? E uma pessoa pode realmente fazer diferença sem colocar em jogo o futuro de sua carreira?
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
A favor ou contra as cotas?
Bem como estudante de administração , no momento estou estudando COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL , que por sinal eu adoro a cadeira , mas tem lá seus debates e dúvidas que sempre surgem durante a aula o que a torna mais estigante , mas nos deixa insegura para uma certeza de uma só opinião, e um bom administrador tem que ter certeza em tomar decisões, e eu acho que é mais ou menos isso que nosso queridíssimo professor está tentando fazer. Bem estou aqui para defender a minha decisão, e aos que discordam de mim podem deixar suas opiniões , estou aberta sempre a um novo debate.
Primeiramente eu sou sim a favor das cotas , mesmo sendo um processo meio que 'tapa buraco' ,pois a educação brasileira é que precisa de um bom reajuste , mas a priore o que se quer mesmo é a inclusão social e querer melhorar tudo de uma vez é quase impossivel em um país onde as verbas vão para não sei onde , o que não me faz me aprofundar desses assuntos. Mas diante desse caos dizer que é injusto um aluno de escola pública ter um bônus em universidades federais , seria hipocrisia dos estudantes da vida inteira de escolas particulares , que vem para o vestibular com uma preparação de melhor qualidade em tais escolas a comparar com as públicas , isso sim é injusto, então acho que sim é justo as cotas para escola públicas, até então não ter uma educação nas escolas públicas que possa se igualar as de particulares. Daí então pode -se cortar as cotas e ter uma dispulta igual entre estudantes, fazendo assim justos com todos , pois saberemos que está sendo investido os nossos impostos em escolas de qualidade para um futuro próspero para o país.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Sua culpa
Não deveria mas vim mais um vez escrever para você, pois infelizmente não me sobra outra forma de expressar isso que eu guardo aqui no peito, e saiba que eu apenas escrevo aqui porque não quero me arrepender de não ter feito.Digo também que como essa carta , tudo tem um começo , meio e fim, então não pense que tou escrevendo mais uma daquelas cartinhas de amor que eu guardava pra um dia entregar a você, ao qual o dia não chegou.
Eu poderia começar te xingando , pois foi por sua culpa, sua culpa que eu me apaixonei , me apaixonei mesmo , eu amei. Mas por essa última palavra "amei" do verbo :AMAR;te agradeço e te digo que mesmo sendo sua culpa as lágrimas as raivas ,as dores no coração que pareciam intermináveis , os porres e as noites sem dormir, mesmo isso tudo por certo ponto de vista me fazendo muito mal, saiba que também me fez um bem enorme, porque amar é divino e não me arrependo de nada que eu passei por ti, porque por menos merecedor que foste, conseguiste de mim o que ninguém conseguiu igual ,me fez te amar como nenhum outro então te digo foste muito importante, me mostrasse o que era o AMOR o que ele poderia fazer com nossa vida , com nossa mente com nosso corpo. E acredite a culpa foi sua, se não fosse seu jeito de demonstrar o que quer, se não fosse tua forma de me olhar um dia e de falar pra mim tudo o que te acontecia na sua vida, se não fosse tuas bobagens em relação a mim, se não fosse aquela foto , se não fosse aquele toque , se não fosse nossas diferenças, se não fosse nossa tantas coisas em comum ,se não fosse aquela segurança que você passava ao estar ao seu lado , se não fosse aquela festa , se não fosse aquele beijo aquele abraço, se não fosse por você eu não saberia o que era amar , não saberia o que era sentir algo tão lindo por alguém que de repente acontece na nossa vida sem nem mesmo tá planejado, alguém que poderia ser outro , mas foi você, e não sei explicar o porquê ,mas foi.Saiba que independente de ter sido correspondido ou não o importante foi você ter acontecido na minha vida, mesmo a vida ter nos dado outros rumos, mesmo sabendo que você vai ser a pessoa que eu mas amei e que nunca pude ter de verdade que nunca pude mostrar o tanto desse amor , talvez fosse demasiado demais para você entender se era amor e ninguém é obrigado a amar ninguém, isso eu aprendi com você também, aprendi que devemos deixar esse amor livre, e que um dia ele será da pessoa que reconhecê lo.
E eu quero que com esteja , seja imensamente feliz porque o amor não é egoísta , é benigno e tem paciência, sabe esperar o momento e a hora certa.Pois bem soube compreender isso também por sua culpa. E saiba que toda a culpa que você levou me mostrou o lado mais lindo da vida e só por isso eu te amarei não por ser mais amor homem e mulher , mas por ser o 'fulaninho' que me fez compreender que amor vem pra te fazer aprender muitas coisas e vai pra encontrar uma pessoa coerente com esse determinado.
Um abraço de sua eterna amiga.
sábado, 18 de setembro de 2010
Sinais de Fogo
Quando você me vê eu vejo acender
Outra vez aquela chama
Então pra que se esconder você deve saber
O quanto me ama...
Que distancia vai guardar nossa saudade
Que lugar vou te encontrar de novo
Fazer sinais de fogo
Pra você me ver...
Quando eu te vi, que te conheci
Não quis acreditar na solidão
E nem demais em nós dois
Pra não encanar...
Eu me arrumo, eu me enfeito, eu me ajeito
Eu interrogo meu espelho
Espelho que eu me olho
Pra você me ver...
Porque você não olha cara a cara
Fica nesse passa não passa
O que é falta é coragem...
Foi atrás de mim na Guanabara
Eu te procurando pela Lapa
Nós perdemos a viagem...
Essa múuusica emh?!
Outra vez aquela chama
Então pra que se esconder você deve saber
O quanto me ama...
Que distancia vai guardar nossa saudade
Que lugar vou te encontrar de novo
Fazer sinais de fogo
Pra você me ver...
Quando eu te vi, que te conheci
Não quis acreditar na solidão
E nem demais em nós dois
Pra não encanar...
Eu me arrumo, eu me enfeito, eu me ajeito
Eu interrogo meu espelho
Espelho que eu me olho
Pra você me ver...
Porque você não olha cara a cara
Fica nesse passa não passa
O que é falta é coragem...
Foi atrás de mim na Guanabara
Eu te procurando pela Lapa
Nós perdemos a viagem...
Essa múuusica emh?!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
De ponta de pé.
Sabe aquele ar de menina de que as coisas eram novas e que tinha aquela necessidade de conhecer de saber sobre tudo e todos, de olhar pra um garoto e dizer: Ele é lindo?E ter medo que ele saiba disso, aquela que se iludiu com seu sorriso, com um gesto, com um beijo, aquela que escrevia cartas pra você todos os dias e nunca te entregava-as aquela que tinha vergonha de olhar fixamente pra você e dizer o que sentia. Uma menina que ainda tinha bonecas espalhadas pelo quarto e estava no início de sua montagem de maquiagem, e que agora o ar de menina vem sumindo que mesmo querendo sempre conhecer coisas novas, mas tendo coerência sabendo que pra tudo tem um tempo, que não precisa ter mais todos a sua volta, pois seu ego já está satisfeito com bons e velhos amigos, que agora sabe dizer pra um homem e não mas pra um garoto o quanto ele é bonito e detalha as características do próprio demonstrando interesse não somente na sua beleza, mas também no seu caráter!A menina de hoje também não é mulher pra muitos, mas no interior dela, já tem um ar disso, de controle de si próprio e eu acho que é isso que te faz mulher, saber que impulsos vêm e vai, ter consciência que atos impensados podem te deixar marcas que é pior que qualquer cicatriz, e que um gesto e um beijo são apenas mais um na sua vida, por mais que ela se apaixone por isso ela não vai mais criar fantasias, ela vai tentar realizá las e se não conseguir pode até chorar, mas vai no outro dia acordar e sorrir e agradecer por mais alguma coisa que provavelmente aprendeu com o choro tornando- se mais mulher, e o ar de menina ficando pra trás e já consegue sentar e conversar com ‘ele’ e dizer tudo o que sente e compreender se ele não sentir o mesmo, e agora já tem suas bonecas guardadas em um baú que nem sabe mas , não lembra mas!Que tem suas coisas organizadas ou não, maquiagem e um monte de bagulhos que só uma garota mulher tem, e a menina foi se tornando o que eu me defino hoje como uma mulher jovem, que ama se sentir menina, mas as atitudes não as deixa mais agir como tal. E o bom mesmo é saber viver bem cada fase da nossa vida, saber que cada uma tem seu valor e importância para nossa evolução como pessoa, desde as bonecas até a linha de maquiagem completa!
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Quero poder fechar os olhos e imaginar alguém...e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que realmente sou... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesma.
sábado, 11 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Aos 18.
A partir da meia noite ao completar os meus 18 anos descobri que verdadeiras amizades vão lhe acordar de meia noite e também se acordar pra cantar parabéns, e te dizer que agora "você pode ser preso"-essa enfim é a melhor parte-ahsuaushauhs' . Você também deverá se acostumar que agora você tem uma responsabilidade enorme, e a maior delas! É você com você mesmo,-eu não sabia que eu pesava tanto!
Que nada melhor que acordar de manhã e vê que mesmo você tendo 18 você sempre vai ser a criancinha da mamãe, depois de 7 meses completados os 18,eu reconheço que nada é melhor do que você saber que pra sempre pra sua mãe você vai ser sua cria pequena e que ela tem que proteger, me sinto hoje ótima sobre esse aspecto da minha mãe que aos 16 não suportava, -a consciência talvez ainda fosse pequena pra algumas coisas da vida que só começamos a reconhecer com o mais sábio que é o tempo!
Nada melhor do que reconhecer que a vida é mesmo como aquele ditado:"primeiro a devoção depois a diversão" . No início é um sofrimento compreender isso, mas depois você começa a se adaptar as aulas que a vida lhe dá!Bem assim começamos a dar valor a coisas bem simples da vida como duas amigas escondida no seu quarto preparando uma surpresinha para quando você chegar, aquelas típicas bolas de festas amarradas em um barbante e um bolinho que terá que dividir com outras dez pessoas que vai chegar, fora a sua família ali vendo todos os seus amigos reunidos esperando a oportunidade de te matar de vergonha, mas aí você também aprende que família faz parte e sem ela pra te matar de vergonha como você depois teria uma historinha engraçada para contar?!E daí você reconhece que pouco importa o que você tem , o que importa mesmo para quem te ama é o que você é, e vai te amar de qualquer maneira que você achar melhor ser, e isso é o que te dará forte segurança para seguir , pois sempre haverá os que te amam na chuva ou no sol, como foram pra mim, e você lembrará que passar a madruga conversando com seus amigos valeu a pena. E que as broncas levadas também, que as vezes existem pessoas que só fazem parte de um capítulo da sua vida não por ser menos importante ,mas porque sua missão de te ensinar algo teve fim, e que de qualquer forma o que essa pessoa te ensinou vai ficar guardado pra sempre em sua vida, e que realmente existem pessoas que vão estar nos seus inúmeros capítulos , estes serão sempre os que vão te ensinar mais e que vai montar tua personalidade então "Junte-se aos bons que se igualará a eles".
E você vai entender que seram várias provas de amor ainda a acontecer na sua vida, seram uma vida de amor , seja otimista não pense que o amor também doijá sabemos disso demais, então vamos dar outra conotação a esse amor que dói, vamos dizer que ele ensina!
Você necessariamente vai aprender que aquele poderia ser o homem da sua vida , mas você tem que compreender que do mesmo jeito não queremos ser mulher da vida de outrem ele também talvez não queira que seja você! Então ouça música melosa ,compre chocolate,embriague-se , ligue pra ele e se declare ouça um não!?Enfim chore, chore e chore , pois só assim vamos compreender o quanto podemos fazer as pessoas chorar.Que fazemos pessoas sofrer, que somos maus com outras e realmente não damos o devido valor a quem nos amam, e é simples saber o porquê?! Porque eles nos amam, e amar é sublime. Então nos importamos muito naqueles em que temos medo de não nos amar, é ruim ser assim mas somos.!
E você depois começa a subdividir seus amigos em grupos:Aqueles pra toda hora- aqueles pra bobagens-aqueles pra coisas sérias-aqueles só pra farra-aqueles só pra estudar -e aqueles que por nada desse mundo você trocará, e que amizades é AMIZADE . Não existeamizade falsa se existir e porque nunca foi amizade!A sem falar nas decepções , são as nossas melhores amigas , elas é que estão conosco nas piores horas e são elas que nos fazem levantar pode ter certeza!E você vai entender que estudar as vezes será menos legal que está na frente do msn , mas terá conciência que é bem mais produtivo, depois dos 18 eu apendi muito, o tanto que não dá pra explicar aqui as várias experiências desses 7 meses já com 18 ,mas necessariamente não é a idade que te trará a respostade tudo e sim o que vivenciamos nela. Então viva um pouco e cada coisa, não devemos se apressar apesar desse ser meu maior defeito querer saber logo o resultado, nem temos que sentar e esperar .Temos que fazer uma bela de uma caminhada ouvindo aquele mehor som ,não necessariamente os dá modinha tá ?! Pode ser aquela velha canção da ámerica de Milton Nascimento e observar os detalhes de forma positiva, de maneira que te elevará a alma, que as raivas vão passar e as pessoa também, e nós também!
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